Já dizia a teoria do caos, “Um simples bater das asas de uma borboleta, pode causar um tufão do outro lado do mundo”. E assim coisas simples podem se tornar catastróficas diante de gestos ou palavras mal pronunciadas.
Como um suicídio, cortando os pulsos na busca de encontrar a solução exata para o problema ofertado, como cair em um buraco extremamente escuro, onde não há paredes para se esgueirar ou um fundo para te aparar, apenas a imensidão escura e sombria que cobre o olhar antes brilhante pela vida.
Procurando em cada respiração a explicação para tal acontecido e porque a razão disso, porém cada vez mais respiração mais embaralhada as palavras ficam na mente tornando numa corda repleta de nós.
Tentando entender porque a vida não foi exatamente o que se sonhou, ou pelo menos chegou aos pés daquilo que se almejava, e diante de um labirinto de desilusões e ilusões, a busca em tentar encontrar a saída para tudo que esta acontecendo, e derrepente se depara com duas portas ao qual não se sabe o que há atrás delas, apenas a certeza de uma solução para tudo, sem saber se boa ou ruim.
E na procura da isolação dentro da multidão que te observa atentamente cada passo e respirar teu, fechar os olhos e imaginar outro lugar tão distante que existe somente dentro de si, e nele se enterrar no intuito de desviar aqueles olhares que agora gritam seu nome.
Como entender a raiva e o ódio, que como uma droga domina teu corpo e pensamentos, te cala, te faz pensar, te faz ir do passado ao futuro sem passar pelo presente, destruindo seus fundamentos e lembranças, apenas deixando na memória a falsa alegria que tenta dizer que apenas aquilo seria o bastante pra você.
Por fim você abre os olhos e se depara na beira de um precipício. Na sua frente um caminho freqüentado pelos fracos, e atrás uma multidão de pessoas que te gritam, porém você não os escuta, e cabe somente a você pular ou não, decidindo a qual solução escolher.

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