terça-feira, 7 de agosto de 2012

Mistério das estrelas


O sol ainda brilhava quando peguei a estrada, depois de quilômetros rodados as musicas que tocavam e minha voz eram apenas um... Verso por verso, estrofe por estrofe.

A noite foi chegando, e com ela trouxe uma imensa constelação jamais vista... Uma estrela brilhando mais que a outra, logo imaginei luzes de natal que me encantava a cada olhar.

Sentia-me o dono do mundo, porém um solitário, pois poderia gritar e ninguém me ouvir... Poderia sorrir e ninguém para dividir a minha felicidade... Poderia chorar e ninguém para enxugar uma lagrima minha... Poderia mesmo desaparecer e ninguém sentir minha falta.

Porque alguém me fazia falta...
Falta de gritar...
Falta de sorrir...
Faltar de chorar...
...Alguém que me fazia feliz.

Poderia mesmo deitar na estrada e apreciar o brilho das estrelas, que pareciam querer conversar comigo. E quanto mais as olhava, mais elas me fascinavam com o esplendor de seu brilho.

E assim mesmo deitado na estrada parecia flutuar e não existir nesse mundo, porque meu mundo já não existirá depois que você partiu... E já me sentia uma estrela que como as outras brilhavam intensamente com a tentativa de hipnotizar mais um apaixonado solitário perdido num mundo totalmente estranho. 


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